Novas prisões apontam para uma organização por trás da tragédia que ceifou 136 vidas.
A Brigada Investigadora de Delitos Contra o Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Bidema) da Polícia de Investigações (PDI), em coordenação com o Ministério Público, deteve mais quatro pessoas por sua suposta implicação no devastador megaincêndio que assolou as comunas de Viña del Mar, Quilpué e Villa Alemana.
Entre os presos estão três funcionários da Corporação Nacional Florestal (Conaf) e um voluntário do Corpo de Bombeiros.
O promotor de incêndios, Osvaldo Ossandón, liderou as operações que resultaram nessas detenções, elevando para sete o número total de indivíduos presos em relação ao sinistro que deixou milhares de desabrigados e aproximadamente 140 mortos. Os detidos são suspeitos de fazer parte de uma organização envolvida em pelo menos 20 incêndios, incluindo o que devastou o Grande Valparaíso.
O Tribunal de Garantias de Valparaíso prorrogou a investigação por mais um mês, enquanto o advogado Felipe Olea, representante dos desabrigados, expressou sua expectativa diante desses avanços, destacando a importância de identificar todos os responsáveis por esse "cenário macabro".
A comunidade espera que essas detenções sejam um passo significativo para a justiça às vítimas e suas famílias, e que sejam esclarecidas as causas por trás de uma das piores catástrofes na história recente do Chile.
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