O Corpo de Bombeiros de Futaleufú, com a colaboração das comunidades de Chaitén e Villa Santa Lucía, realizou uma doação significativa de suprimentos aos Bombeiros Voluntários de Trevelin, Argentina, que enfrentam um desafiador incêndio florestal no Parque Nacional Los Alerces.

A entrega da ajuda, que inclui água e barras de cereal, é um claro exemplo da solidariedade e cooperação que existe entre os povos do Chile e da Argentina, especialmente em momentos de emergência.

A comitiva chilena, liderada por Gloria Albornoz, superintendente do Corpo de Bombeiros de Futaleufú, e Miguel Vázquez, diretor da Companhia, percorreu os 45 quilômetros que separam Futaleufú de Trevelin, superando as barreiras aduaneiras graças à coordenação prévia entre as autoridades de ambos os países.

Este gesto não só reforça os laços históricos entre as nações vizinhas, mas também demonstra a importância da colaboração internacional na luta contra os desastres naturais.

A iniciativa de apoio surgiu da Primeira Companhia de Bombeiros de Futaleufú, que convidou a comunidade local e organizações a se unirem à causa. A resposta foi imediata e generosa, refletindo o espírito de ajuda mútua que caracteriza essas regiões. Embora não tenha sido necessário pessoal adicional para reforçar as tarefas de extinção do fogo, a superintendente Albornoz destacou que qualquer deslocamento desse tipo deve seguir protocolos específicos.

Os Bombeiros Voluntários de Trevelin expressaram seu profundo agradecimento pela doação recebida, que chega em um momento crítico e será de grande utilidade para sustentar o esforço das equipes que trabalham incansavelmente para controlar o incêndio. Este ato de solidariedade transfronteiriça não só fornece recursos materiais essenciais, mas também fortalece o ânimo e a moral dos bombeiros em campo.

A cooperação entre os corpos de bombeiros do Chile e da Argentina é um exemplo inspirador de como, em situações de emergência, as fronteiras se desvanecem e prevalece a vontade comum de assistir aqueles que enfrentam adversidades. A comunidade internacional pode olhar para esses atos de irmandade como um modelo a seguir na construção de um mundo mais unido e solidário.


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