Sindicatos da região da Araucanía classificaram como uma "má ideia" desescalar o estado de exceção em algumas comunas da macrozona sul. Indicaram que o "terrorismo" continua presente e que o Governo tem outras prioridades.

O anterior, em resposta ao proposto pela ministra da Defesa, Adriana Delpiano, após abrir a possibilidade de terminar com a medida de maneira gradual e sempre que exista uma avaliação prévia junto às autoridades locais e aos chefes da Defesa Nacional.

Sindicatos da Araucanía rejeitam ideia de desescalar estado de exceção

O presidente da Associação de Agricultores de Malleco, Sebastián Naveillán, disse que se trata de uma "má ideia" e que o estado de exceção tem que ser desescalado quando não houver atentados.

O presidente da Multissindical da Araucanía, Patricio Santibáñez, indicou que o proposto pela ministra "reflete as prioridades do Governo. Eles não estão com a gente, não estão com as preocupações das pessoas honestas deste país. Sempre estiveram mais preocupados em manter o status quo que dá facilidades aos violentistas e extremistas".

Santibáñez acrescentou que as autoridades deveriam estar focadas em desarticular os grupos que operam na zona. Enquanto isso, o presidente da Associação de Agricultores de Malleco duvidou das intenções do Executivo, questionando o real interesse em resolver um problema ou demonstrar que o Governo terminou sem estado de exceção.

Fonte:BiobioChile

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