Após desconhecidos ameaçarem com tiros duas brigadas da Forestal Arauco enquanto combatiam um incêndio em Curanilahue, a delegação presidencial afirmou ter identificado dois grupos que realizam estes atos, com o objetivo de roubar madeira para vendê-la como lenha.
Lembremos que, enquanto combatiam um sinistro na propriedade Plegarias da comuna, os brigadistas ouviram tiros, que interpretaram como ameaças por parte de desconhecidos. Isso os obrigou a se retirar para um local seguro e a parar de combater as chamas.
Questionado sobre o assunto, o delegado presidencial substituto, Humberto Toro, afirmou que não é a primeira vez que ocorrem fatos deste tipo na região, acrescentando que se trataria de uma nova forma de crime que está surgindo na província de Arauco. No entanto, disse que vão localizar o paradeiro dos antissociais.
Investigação por ameaças em Curanilahue
Enquanto isso, a secretária regional ministerial de Segurança no Bío Bío, Paulina Stuardo, confirmou os fatos, apontando que, após conversar com o chefe da Defesa Nacional durante o estado de exceção vigente na área, foi acordado mobilizar a Marinha para o local a fim de coletar antecedentes.
Acrescentou que primeiro se falou em tiros e, depois, em ameaças, o que deve ser esclarecido pela investigação correspondente.
"Isso nos preocupa, não é a primeira vez que temos um aviso destas características", destacou.
O apelo de outros organismos
O governador regional Sergio Giacaman, por sua vez, pediu ao Governo que assuma seu papel de segurança, quando, no meio da temporada de incêndios florestais, estes grupos — que qualificou como terroristas — realizam estes atos.
Finalmente, a Corporação Chilena da Madeira também condenou estes fatos; enquanto a Forestal Arauco anunciou ações legais para que os responsáveis sejam levados à justiça.
Fonte:BiobioChile
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