Com mais de 80% das obras concluídas, o Projeto Sucuriú da Arauco avança em Inocência, no estado brasileiro de Mato Grosso do Sul, para se tornar a maior fábrica de celulose do mundo construída em uma única etapa. Mas a dimensão do projeto começa antes da indústria: nas florestas que fornecerão a matéria-prima e em um modelo de manejo que integra produtividade, conservação ambiental e uso responsável dos recursos naturais.

Para abastecer a fábrica, a Arauco está formando uma base florestal de até 420.000 hectares em Mato Grosso do Sul. As plantações são estabelecidas em áreas já transformadas pela atividade humana, anteriormente utilizadas para pecuária ou agricultura.

Para assegurar a produtividade destes cultivos, a companhia mantém um programa de melhoramento genético de eucalipto focado nas condições climáticas de Mato Grosso do Sul. O programa é resultado de anos de avaliações de campo e testes genéticos, que permitem selecionar clones com elevada produtividade, adaptabilidade e resiliência frente às condições da região.

Outra iniciativa é a adoção do controle biológico das pragas do eucalipto. “Embora estejamos em uma etapa inicial deste método, os resultados são animadores e esperamos ampliar o uso de controladores biológicos de pragas tanto quanto possível. O emprego de soluções como esta está em plena consonância com o compromisso da companhia de operar de maneira sustentável”, afirmou Ricardo Austin, diretor florestal da Arauco.

Durante a sétima edição do HDOM Summit, a programação incluirá uma conversa executiva sobre o Projeto Sucuriú, intitulada “Avanços, desafios e próximos passos”, com a participação do presidente da companhia, Carlos Altimiras.

Fonte:Economics

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