Uma intensa agenda de trabalho foi cumprida durante dois dias na Região de Los Lagos pelo gerente de Floresta e Mudança Climática da Conaf, Jorge Céspedes, e pelo chefe do Depto. de Mudança Climática e Serviços Ecossistêmicos da instituição, Hugo Rivera, que visitaram diferentes propriedades em Los Muermos, Maullín e Pargua, a fim de conhecer in situ a realidade territorial.
No percurso junto a profissionais da Conaf Los Lagos, Céspedes e Rivera coletaram informações sobre as necessidades do setor florestal e como fortalecer um desenvolvimento sustentável.
A respeito disso, o diretor regional da Conaf Los Lagos, Marco Inarejo, afirmou que “foi uma visita bastante produtiva. Mantivemos uma conversa na qual compartilhamos informações. Além disso, eles conheceram em campo a experiência local. Falamos sobre as políticas de manejo da floresta nativa, sobre o quão transversais são os problemas associados à conservação e ao manejo da floresta nativa e sobre a necessidade de adaptar as políticas e instrumentos à realidade local”.
Nesta mesma linha, Jorge Céspedes enfatizou que “durante os dias 3 e 4 de fevereiro desenvolvemos um programa de atividades na região que contemplou a visita a experiências e projetos. Quisemos ver em campo o trabalho executado no marco da Estratégia Nacional de Mudança Climática e Recursos Vegetacionais (ENCCRV) através do sistema de distribuição de benefícios, concedido inicialmente sob o Programa +Bosques e que em breve será complementado com a execução do Programa de Redução de Emissões (PRE). Iniciamos nossa visita com uma importante reunião junto ao diretor regional da Conaf Los Lagos, que nos colocou a par de todo o trabalho institucional e da realidade da região”.
Por sua vez, Hugo Rivera explicou os próximos passos neste reforço do desenvolvimento sustentável da floresta nativa, assinalando que “analisamos alguns dos problemas existentes na região, um fortemente relacionado com as parcelizações. Estamos em processo de atualização da Estratégia Nacional de Mudança Climática e Recursos Vegetacionais (ENCCRV), muito importante para ver quais medidas poderiam ser aplicadas. Isso nos permite ter uma maior clareza para focar o trabalho futuro na Estratégia (2017-2025) e que foi prorrogada para este ano de 2026 pelo Conselho de Ministros para a Sustentabilidade, o que nos dá o espaço para realizar uma melhor análise, determinando quais são as medidas facilitadoras e sobretudo as medidas de ação direta que serão implementadas no território”, concluiu.
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