Em um julgamento abreviado, o Tribunal de Garantia de Loncoche - na região de La Araucanía - condenou o líder mapuche Mijael Carbone Queipul e outras três pessoas acusadas pelo Ministério Público como autores do crime de associação ilícita, furto de madeira e sonegação de impostos.

Isso, depois que ele reconheceu os fatos do processo investigativo do Ministério Público.

A informação foi confirmada à La Radio pelo promotor-chefe de Lautaro, Miguel Ángel Velásquez, indicando que "foi proferido um veredicto condenatório no procedimento abreviado em relação a ele e a mais três acusados".

Também se referiu a esta condenação a defensora penal particular Manuela Royo, advogada que representa o líder mapuche, afirmando que o processo "também fala da possibilidade de se chegar a uma sentença que, consideramos, deve ser a mais justa".

O werkén da comunidade tradicional de Temucuicui, que foi detido em dezembro de 2022 em uma operação da PDI, foi acusado por liderar uma organização que se dedicava ao furto de madeira de diversas propriedades florestais.

A pena que receberá o líder mapuche, Mijael Carbone Queipul, e os outros três acusados não pode superar os 5 anos de prisão e o tribunal deverá determinar se existem antecedentes suficientes para que possam cumpri-la em liberdade.

A audiência de leitura da sentença, onde se conhecerá a pena que deverão cumprir as quatro pessoas condenadas, ficou marcada para sábado às 11h30.

Fonte:BiobioChile

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