A mãe de um dos dois patrulheiros florestais assassinados em uma propriedade em Carahue, na região de La Araucanía, acusa a falta de avanço na investigação conduzida pelo Ministério Público para encontrar os responsáveis pelo crime.

Quatro anos após o brutal crime do patrulheiro florestal, Benjamín Bustos Manríquez, de 23 anos, sua família clamou por justiça para que os responsáveis paguem pelo homicídio.

4 anos sem justiça

De sua casa em Vilcún, Ingrid Manríquez, mãe do jovem metralhado a tiros, disse que está com a alma partida porque o caso de seu filho está caindo na impunidade.

"Estamos há mais de 4 anos esperando ter justiça pelo cruel assassinato de nosso filho e aqui estamos como no primeiro dia, com a alma partida, desesperados, sem saber quem foram os assassinos de nosso filho", indicou a mulher.

"Meu filho era jovem, tinha toda uma vida pela frente e eles a terminaram, deixando uma família inteira destruída e que ainda sofre", lamentou Manríquez.

Homicidas adulteraram câmeras de vigilância

Naquele dia também foi assassinado Alejandro Carrasco Mellafe (30), que junto com Benjamim vigiavam a fazenda "El Encanto", propriedade da Forestal Mininco em Carahue, enquanto cumpriam funções para a empresa First Security.

Ambos os jovens foram metralhados com armas de grosso calibre enquanto estavam dentro de um veículo. Em seguida, os autores dos disparos levaram os cartões de memória da câmera de segurança do automóvel, evitando assim serem identificados.

Apesar das diligências desenvolvidas neste caso por parte das polícias e do Ministério Público, até o momento não há pessoas detidas nem indiciadas como responsáveis por este crime.

Fonte:Canal 9 BiobioTV

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