O sindicato dos motoristas florestais pediu mais segurança na Macrozona Sul, afirmando que não estão sendo ouvidos pelas atuais autoridades e que a coordenação era melhor com o governo anterior.
Trata-se da Federação dos Sindicatos de Transporte e Carga Florestal (Fetracarfor), que reúne 1.300 motoristas florestais das regiões de Maule e Los Ríos.
O presidente do sindicato, Alejandro Jara, detalhou que em uma reunião muito breve entregaram ao delegado presidencial de La Araucanía, Francisco Ljubetic, um relatório técnico de segurança, mas acreditam que não estão dando a importância que requer.
Além disso, confirmou que tinham uma melhor coordenação com o governo anterior: “Apesar de ser um governo de esquerda, que não valorizava muito as questões de segurança, ainda assim conseguimos coordenar alguns números diretos relacionados ao Controle de Ordem Pública (COP) e às polícias de forma instantânea”.
Segundo explicou, por meio da georreferenciação que eles forneciam, as polícias podiam agir de melhor forma diante de situações de emergência.
Em contraste, “o que observamos nesta nova administração é que diz saber tudo e que não há ninguém que possa lhes ensinar”, afirmou o presidente da Fetracarfor.
Alejandro Jara enfatizou que, como sindicato, querem contribuir com a segurança, informando às autoridades as zonas críticas e de risco existentes na Macrozona Sul. Por isso, esperam se reunir com o ministro da Segurança, Martín Arrau.
Sobre o motorista florestal que, no meio de uma emboscada, atropelou e matou um psicólogo e integrante da CAM, foi informado que está com medidas de proteção.
Fonte:BiobioChile
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