René Muñoz, gerente da Associação de Contratistas Florestais, expressou seu profundo descontentamento diante do novo ato de violência em La Araucanía, classificando a situação como uma mostra de "desídia" por parte do Estado.

"Já manifestamos: não basta que sejam feitas intervenções em determinadas comunidades; o que se requer é uma ação frontal do Estado para atacar o terrorismo e a violência", enfatizou.

Isso depois que nesta segunda-feira um grupo de indivíduos encapuzados e fortemente armados perpetrou um roubo com intimidação contra cinco trabalhadores florestais na comuna de Angol. O incidente ocorreu na rota R-230, no interior do fundo Deuco, propriedade da Forestal Arauco.

Segundo os antecedentes, os trabalhadores da empresa contratista "Renacer Servicios Forestales" foram interceptados por um veículo enquanto se deslocavam em uma caminhonete carregada com mudas de pinheiro.

Os criminosos obrigaram as vítimas a se deitarem no chão sob ameaça de armas de fogo.

Após se apoderarem do local, os assaltantes descarregaram a carga de pinheiros, subtraíram equipamentos de radiocomunicação e desabilitaram tanto as câmeras de segurança quanto o sistema GPS do veículo antes de fugir com ele.

O seremi de Segurança Pública, Luis Calderón, confirmou que estão sendo realizadas perícias em conjunto com o Ministério Público, a Polícia Militar e a Polícia de Investigações (PDI).

"Embora o GPS e as câmeras tenham sido desabilitados, estão sendo feitas todas e cada uma das averiguações, principalmente com as testemunhas e vítimas para sua identificação e para que forneçam bons antecedentes para a investigação", assinalou.

Fonte:Cooperativa


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