A primeira de uma série de ações judiciais contra o Estado foi apresentada pela Fundação de Vítimas do Terrorismo da Macrozona Sul. Denuncia-se a falta de serviço do Estado na proteção dos habitantes das províncias de Arauco e da Araucanía.
No Terceiro Juizado Cível de Concepción foi protocolada a ação legal em nome de uma vítima, residente da província de Arauco, denunciando a falta de serviço por parte do Estado, que teria permitido os ataques sofridos há 30 anos.
O presidente da Fundação Chilena de Vítimas do Terrorismo da Macrozona Sul, Fernando Fuentealba, explicou que é a primeira de várias ações judiciais que preparam e entre as quais se incluirá a de famílias qualificadas pelo INDH como vítimas de violação de direitos humanos.
Por sua vez, o advogado Boris Reyes destacou que entre os argumentos apresentados e com os quais se busca provar a responsabilidade do Estado está o não uso dos meios que os governos dispõem para dar segurança à cidadania.
Sobre o Estado de Exceção, explicou-se que essa ferramenta obrigava a uma maior proteção que não ocorreu e, por isso, não pode ser considerada como uma medida de segurança efetiva. Outro dos advogados, Rodrigo Sotomayor, adiantou que serão no total mais de 100 as ações indenizatórias a serem apresentadas.
Nesta primeira ação judicial, a reparação exigida alcança os 2.800 milhões de pesos.
Fonte:BiobioChile
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