A Multigremial de La Araucanía pediu ao Governo que não reduza o destacamento militar na Macrozona Sul e, em uma nova edição do relatório de fatos de violência, reiteraram a necessidade de melhorar o trabalho de inteligência para prevenir atentados.

No relatório estatístico do mês de maio, a organização gremial contabilizou 6 ações violentas entre atentados incendiários e ataques armados nas comunas de Contulmo, Collipulli, Ercilla, Victoria, Curacautín e Lautaro.

Em relação às modificações no Estado de Emergência, o presidente da Multigremial, Patricio Santibáñez, indicou que é necessário otimizar o trabalho dos comandos operacionais sem que isso signifique reduzir o contingente policial e, especialmente, militar.

O presidente da Sociedade de Fomento Agrícola de Temuco (SOFO), Eduardo Renner, advertiu que cada vez que há detidos, podem surgir novos líderes nos grupos violentos.

Também destacou que é preciso melhorar o trabalho de inteligência para agir antes que os atentados ocorram.

A Multigremial de La Araucanía destacou que hoje é o momento de consolidar os avanços em matéria de segurança e precisaram que de janeiro a maio registrou-se uma redução de 48% nos fatos de violência relacionados ao conflito mapuche.

Os dirigentes gremiais indicaram que observarão com atenção o que ocorrer a partir de 20 de junho, data a partir da qual começará a operar um comando militar unificado para as 4 províncias sob estado de emergência.

A partir desse dia, além disso, o contingente das Forças Armadas terá autorização para registrar veículos, realizar controles de identidade e deter pessoas.

Fonte:BiobioChile

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