Sequestro, sicariato, homicídios, roubo de madeira, extorsão e rastreamento do dinheiro fazem parte das investigações contra o crime organizado na região de Bío Bío.

Pelo menos nos últimos 5 anos, o crime organizado mudou no país, e com isso também a forma como são investigados os diferentes delitos de maior conotação social.

Assim afirmou o chefe da Unidade Especializada de Crime Organizado do Ministério Público nacional, Ignacio Castillo, mencionando que com o passar do tempo o crime foi se tornando mais complexo, ao notar o sequestro e o sicariato no território, ligados a gangues transnacionais.

"Mais vinculado à violência, ao controle territorial (...) O Chile, ao viver essa mudança do crime organizado, teve que enfrentá-la".

Tren de Aragua e outras redes criminosas em Bío Bío

As redes como o Tren de Aragua, disse, exercem um controle territorial violento, associado à extorsão e ao sequestro entre diferentes associações criminosas.

Castillo ressaltou que as equipes SACFI e ECOH do Ministério Público foram fortalecidas para alcançar a persecução dos acusados, ainda mais em casos de homicídios.

"A região de Bío Bío não foi exceção; temos investigações vinculadas ao tráfico ilícito de migrantes, tráfico de pessoas (...) tráfico de drogas, que continua sendo o negócio mais lucrativo das organizações criminosas".

As gangues não são investigadas apenas por crimes, mas também por atividades econômicas controladas de forma ilícita pelas organizações, como o roubo de madeira, a exportação de cobre e a aquicultura.

Fonte:BiobioChile

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