O Governo anunciou uma ofensiva legal mais dura contra o atentado incendiário que afetou a empresa florestal Safco em Collipulli, onde desconhecidos queimaram quatro veículos durante a madrugada de quinta-feira.
O subsecretário de Segurança Pública, Andrés Jouannet, confirmou que a Lei Antiterrorista será utilizada para perseguir os responsáveis. Após participar de um comitê de segurança em La Araucanía e se reunir com a família afetada, foi categórico: “Nós vamos perseguir esses criminosos, esses terroristas. Isso não tem outro nome senão terrorismo e por isso apresentamos queixa”.
Jouannet classificou o ataque como “uma ação desprezível contra uma família, contra trabalhadores, contra pessoas que inclusive têm uma deficiência e que deixaram sem sua caminhonete. É uma ação que atenta contra a vida das pessoas”.
Processo judicial em andamento
O seremi de Segurança de La Araucanía, Luis Calderón, detalhou que a queixa será apresentada com caráter terrorista, embora tenha esclarecido que será interposta assim que o Ministério Público entregar todos os antecedentes das diligências em andamento.
Dessa forma, o Executivo busca marcar um precedente na perseguição de crimes de violência rural, reforçando a estratégia de segurança na Macrozona Sul e enviando um sinal de apoio às famílias e trabalhadores afetados por fatos desse tipo.
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