Em 58% diminuiu a violência e os ataques na Macrozona Sul. De janeiro a julho, as polícias e as Forças Armadas realizaram 7 operativos massivos onde detiveram 16 imputados vinculados a grupos armados que reivindicam a causa mapuche.

O barômetro de conflitos elaborado pela multigremial de La Araucanía indica que, com mais de 1.500 dias sob estado de emergência em 4 províncias da macrozona sul, a violência diminuiu drasticamente.

O último dado a respeito equivale a uma redução de 58%.

Em julho deste ano foram registradas 2 ações violentas, o assassinato do suboficial de Carabineros Marco Cosme; um crime que ocorreu em 15 de julho na zona costeira de Valdivia, região de Los Ríos.

Por sua vez, em 17 de julho um grupo armado queimou veículos em uma operação florestal em Lautaro, na região de La Araucanía.

O presidente da multigremial, Patricio Santibáñez, indicou que é evidente a diminuição da violência, mas insistiu na necessidade de adotar outras medidas para desarticular totalmente os grupos armados.

Desde 30 de janeiro até julho deste ano, as polícias junto ao pessoal militar da Infantaria de Marinha na região de Bío Bío e do Exército em La Araucanía realizaram 7 operativos onde se conseguiu deter 16 pessoas, entre estas 6 integrantes da organização armada Resistência Mapuche Lafquenche e 2 imputados vinculados ao grupo Weichan Auka Mapu.

Durante os primeiros 7 meses deste ano foram perpetrados 15 ataques na Macrozona Sul, dos quais 73% dos fatos de violência se concentram nas províncias de Malleco e Cautín, ambas sob estado de emergência.

Fonte:BiobioChile

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