"Aqui não há abandono nem improvisação", afirmou o ministro da Defesa, Fernando Barros, diante da inquietude surgida em diversos setores por uma eventual redução ou menor presença militar na Macrozona Sul; o que se considera que poderia reativar surtos de violência nesta zona do país.
O Estado de Exceção Constitucional de Emergência na Macrozona Sul vigora de maneira ininterrupta desde maio de 2022, abrangendo toda a Região de La Araucanía e as províncias de Arauco e Biobío na Região de Biobío.
Diante dos temores de diferentes associações profissionais da zona sul do país por uma suposta diminuição desta medida, Barros foi categórico: "Não estamos deixando nada abandonado, nem pondo fim de maneira imediata ao Estado de Exceção. Por mais de quatro anos, as Forças Armadas têm apoiado os Carabineiros e a PDI na proteção da cidadania e da infraestrutura crítica. Esse desdobramento foi chave, mas hoje corresponde dar um próximo passo".
"Entramos em uma etapa de desenvolvimento ativo: cumprimento de resoluções judiciais, fortalecimento das polícias civis e maior capacidade operativa do Estado. A prioridade é reforçar primeiro os Carabineiros e a PDI, reposicioná-las no território e repor a presença efetiva do Estado onde deve estar (...) Quem espera resultados concretos no fim da violência e na recuperação da ordem pública, não será decepcionado", acrescentou o secretário de Estado em declarações a "El Mercurio".
Barros havia expressado previamente no Congresso a possibilidade de diminuir a presença de efetivos militares no sul do país, com o fim de adotar ações que contribuam para voltar à normalidade, fortalecendo ao mesmo tempo as polícias. Isto, no contexto de uma baixa progressiva dos fatos de violência na zona e uma série de detenções de líderes de organizações criminosas.
Fonte:El Mercurio
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